Olá!
Aproveito a data que se aproxima, para falar um pouco sobre o diácono. que tem a sua data celebrada pela Igreja neste dia 10 de agosto, dia de São Lourenço Diácono e mártir. Lourenço foi diácono e morreu alguns dias do após o seu bispo Sisto II, na perseguição empreendida pelo imperador romano Valeriano. O imperador estava em busca das riquezas da Igreja e após matar o bispo, encontrou a Lourenço a quem perguntou por esses tesouros. Não os encontrando como desejava, mandou que este fosse colocado numa grelha a fim de ser assado vivo, mas como este não morria em plena brasa, o imperador mandou decapitá-lo. Lourenço tinha tanta fé que não morreu no fogo, mas para dar testemunho do amor de Deus viveu para que se manifestasse nele a vontade do Senhor e provar a sua fé.
Viva São Lourenço, modelo de fé e um martírio exemplar para os cristãos que não abandonam a sua fé em Deus!!!
Diácono, Ministro de Cristo.
De uma forma especial, os diáconos são sinais de Cristo, servindo ao próximo com amor e dedicação. Por meio da caridade, da Palavra e da liturgia, o diácono dá seu testemunho evangélico em meio a realidades repletas de desafios para a fé. No exercer da sua missão, ele planta as sementes da solidariedade e da dignidade.
Os diáconos participam de modo especial na missão de Cristo. São marcados pelo sacramento da Ordem com um sinal ("caráter") que ninguém poder apagar e que os configura a Cristo, que se fez "diácono", isto é, servidor de todos.
A essência da missão do diácono é servir tal como Cristo, "que veio para servir e não para ser servido". Cabe aos diáconos, entre outros serviços, assistir o Bispo e os padres nas celebrações litúrgicas, sobretudo na Eucaristia; distribuir a Comunhão; assistir ao Matrimônio e abençoá-lo; proclamar o Evangelho e pregar; presidir o funerais e consagrar-se aos diversos serviços da caridade. Ele pode ainda conceder a bênção com o Santíssimo Sacramento, ministrar todos os sacramentais e abençoar objetos e pessoas.
Em princípio, o diácono pode exercer seu ministério em qualquer lugar, porém como seu ministério está diretamente ligado ao bispo, a quem deve plena obediência, cabe ao bispo determinar seu campo e sua área de atuação.
O diaconato permanente.
O diaconato pode ser exercido também por homens casados ou viúvos. Nestes casos, a vocação diaconal é consiederada permanente.
Ao viver em conjunto sua vocação diaconal e matrimonial, o diácono permanente dá testemunho da vida em Cristo em todos os ambientes: família, trabalho e comunidade.
Na família, o diácono é também esposo e pai e busca viver sua vocação de forma integrada, sem divisões dentro do lar. Para tanto, é necessário ao diácono uma formação humana e espiritual consistente que proporcione maturidade, serenidade e discernimento no exercíco de sua vocação.
No trabalho, o diácono permanente busca demonstrar a vivência reta dos valores cristãos e o exemplo de fé em ambientes seculares. O trabalho em prol do sustento do lar é tão essencial a vida diaconal quanto o convívio familiar e o serviço comunitário. É pelo trabalho que o diácono proporciona o bem-estar da esposa e filhos e cumpre com os deveres assumidos no matrimônio de cuidar da família.
Nas comunidades, a presença do diácono permanente enriquece a vida comunitária e contribui de forma significativa para a evangelização. No exercer das suas tarefas, que não são poucas, o diácono necessita do suporte que só a família, a oração e a vida espiritual podem dar.
Como ministro de Cristo, é no próprio Cristo, presente na Eucarístia, que o diácono permanente encontra forças para exercer seu ministério de forma digna e fraterna. Na Eucarístia, fonte de todas as graças, o diácono vive verdadeiramente sua vocação de serviço e entrega ao próximo tal como Cristo. Como ensina o papa João Paulo II, na enciclíca Ecclesia de Eucharistia, "a Eucarístia é o centro e o vértice do ministério sacerdotal",
Seja no lar, no trabalho ou na comunidade, a presença do diacono permanente é uma graça para todos. Como ministro de Cristo, o diácono é presença de Cristo onde quer que ele esteja.
Diácono Valney
Arquidiocese de Brasília,agosto/2011.
terça-feira, 9 de agosto de 2011
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Casamento Religioso, um direito de quem?
Como faz todos os anos, no dia 22 de janeiro de 2011, Bento XVI recebeu em audiência privada os membros da Rota Romana, o Tribunal do Vaticano encarregado de avaliar as causas judiciárias referentes ao sacramento do matrimônio. Dentre elas, os processos destinados a estudar se, no ato de sua celebração religiosa, o casamento gozava dos requisitos necessários para a sua validade. Em caso negativo, é declarada a “nulidade matrimonial”, ou seja, a inexistência do compromisso sacramental diante da Igreja.
O que chama a atenção de quantos tomaram conhecimento das palavras do Papa é a sua afirmação de que só pode reivindicar o direito a uma cerimônia nupcial religiosa quem... vive a religião! Preocupado com o número crescente de casais que buscam os Tribunais Eclesiásticos em busca de um novo casamento, com a desculpa de que, no primeiro, não tinham as condições necessárias para assumi-lo adequadamente, ele reserva a celebração religiosa para os noivos que fazem seus os ensinamentos da Igreja.
Para Bento XVI, o direito a casar deve ser visto nesta perspectiva: não se trata de uma pretensão subjetiva, que deve ser satisfeita sem mais nem menos pelos sacerdotes, independentemente das disposições interiores dos noivos. A celebração religiosa do matrimônio pressupõe que se possa e se queira assumi-lo na verdade de sua essência, de acordo com o ensinamento de Cristo e da Igreja. Assim, só deveria “casar no religioso” quem goza da capacidade efetiva para o seu correto exercício e não tem em mente objetivos que contrastem com o seu conteúdo.
Evidentemente, para o pleno êxito de tão grande sacramento, o Papa insiste numa preparação adequada, feita possivelmente pelo próprio sacerdote. Nesta matéria, é grande a responsabilidade de quantos se ocupam das almas. O conhecimento dos aspectos basilares e práticos do Direito Canônico relativos às próprias funções constitui uma exigência de primária relevância para todos os agentes pastorais, sobretudo para quem se dedica à promoção da família.
É melhor prevenir do que remediar! Para tanto, é preciso comprometer-se, continua Bento XVI, para que se interrompa o círculo vicioso que muitas vezes se verifica entre uma admissão facilitada ao matrimônio, sem uma adequada preparação e sem uma verificação séria dos requisitos previstos para a sua celebração, e uma declaração judiciária, por vezes também facilitada, onde o matrimônio é considerado nulo apenas a partir da constatação de seu fracasso.
Um discernimento feito com seriedade, conclui o Santo Padre, poderá evitar que impulsos emotivos ou razões superficiais induzam os jovens a assumir responsabilidades que, em seguida, não conseguem honrar. O diálogo, levado adiante pelo sacerdote, separadamente, com cada um dos noivos – sem, com isso, diminuir a importância de outras conversas com o casal e, se possível, com seus familiares – exige um clima de mútua sinceridade, que leve os noivos a entender que são eles os primeiros interessados e os principais responsáveis pela celebração de um casamento válido e seguro.
Contudo, pela experiência que adquiriu através dos séculos e por ser composta de santos e pecadores, a Igreja não rejeita a celebração religiosa do matrimônio de quem, apesar de não estar perfeitamente preparado do ponto de vista espiritual, manifesta a intenção de abraçar e viver o casamento de acordo com as diretrizes e as exigências que o enriquecem.
Para Bento XVI, o bem que a Igreja e a sociedade esperam do casamento e da família nele fundamentada é grande demais para não se comprometer com eles através de uma pastoral adequada e perseverante. O matrimônio e a família são instituições que devem ser assumidas, promovidas e defendidas como prioridades por quantos acreditam no futuro da humanidade.
Ultimamente, os Tribunais e as Câmaras Eclesiásticas aumentaram tanto o seu trabalho, que correm o perigo de serem vistos como “agências de divórcio para os católicos”... Se o fato prova que muitos cristãos buscam a celebração religiosa por mera conveniência social, também demonstra que há outros que desejam regularizar a própria condição para melhor servir a Deus, à Igreja e aos irmãos.
Dom Redovino Rizzardo, cs
Bispo de Dourados - MS
postado por diácono Valney
O que chama a atenção de quantos tomaram conhecimento das palavras do Papa é a sua afirmação de que só pode reivindicar o direito a uma cerimônia nupcial religiosa quem... vive a religião! Preocupado com o número crescente de casais que buscam os Tribunais Eclesiásticos em busca de um novo casamento, com a desculpa de que, no primeiro, não tinham as condições necessárias para assumi-lo adequadamente, ele reserva a celebração religiosa para os noivos que fazem seus os ensinamentos da Igreja.
Para Bento XVI, o direito a casar deve ser visto nesta perspectiva: não se trata de uma pretensão subjetiva, que deve ser satisfeita sem mais nem menos pelos sacerdotes, independentemente das disposições interiores dos noivos. A celebração religiosa do matrimônio pressupõe que se possa e se queira assumi-lo na verdade de sua essência, de acordo com o ensinamento de Cristo e da Igreja. Assim, só deveria “casar no religioso” quem goza da capacidade efetiva para o seu correto exercício e não tem em mente objetivos que contrastem com o seu conteúdo.
Evidentemente, para o pleno êxito de tão grande sacramento, o Papa insiste numa preparação adequada, feita possivelmente pelo próprio sacerdote. Nesta matéria, é grande a responsabilidade de quantos se ocupam das almas. O conhecimento dos aspectos basilares e práticos do Direito Canônico relativos às próprias funções constitui uma exigência de primária relevância para todos os agentes pastorais, sobretudo para quem se dedica à promoção da família.
É melhor prevenir do que remediar! Para tanto, é preciso comprometer-se, continua Bento XVI, para que se interrompa o círculo vicioso que muitas vezes se verifica entre uma admissão facilitada ao matrimônio, sem uma adequada preparação e sem uma verificação séria dos requisitos previstos para a sua celebração, e uma declaração judiciária, por vezes também facilitada, onde o matrimônio é considerado nulo apenas a partir da constatação de seu fracasso.
Um discernimento feito com seriedade, conclui o Santo Padre, poderá evitar que impulsos emotivos ou razões superficiais induzam os jovens a assumir responsabilidades que, em seguida, não conseguem honrar. O diálogo, levado adiante pelo sacerdote, separadamente, com cada um dos noivos – sem, com isso, diminuir a importância de outras conversas com o casal e, se possível, com seus familiares – exige um clima de mútua sinceridade, que leve os noivos a entender que são eles os primeiros interessados e os principais responsáveis pela celebração de um casamento válido e seguro.
Contudo, pela experiência que adquiriu através dos séculos e por ser composta de santos e pecadores, a Igreja não rejeita a celebração religiosa do matrimônio de quem, apesar de não estar perfeitamente preparado do ponto de vista espiritual, manifesta a intenção de abraçar e viver o casamento de acordo com as diretrizes e as exigências que o enriquecem.
Para Bento XVI, o bem que a Igreja e a sociedade esperam do casamento e da família nele fundamentada é grande demais para não se comprometer com eles através de uma pastoral adequada e perseverante. O matrimônio e a família são instituições que devem ser assumidas, promovidas e defendidas como prioridades por quantos acreditam no futuro da humanidade.
Ultimamente, os Tribunais e as Câmaras Eclesiásticas aumentaram tanto o seu trabalho, que correm o perigo de serem vistos como “agências de divórcio para os católicos”... Se o fato prova que muitos cristãos buscam a celebração religiosa por mera conveniência social, também demonstra que há outros que desejam regularizar a própria condição para melhor servir a Deus, à Igreja e aos irmãos.
Dom Redovino Rizzardo, cs
Bispo de Dourados - MS
postado por diácono Valney
domingo, 19 de junho de 2011
Mensagem do 2º Congresso Latino-americano e caribenho do Diaconado Permanente
24-29 de maio de 2011, Itaici, Indaiatuba, SP, Brasil
Nós, participantes do II Congresso do Diaconado Permanente na América Latina e o Caribe, Bispos, presbíteros, diáconos permanentes, esposas de diáconos e leigos convidados, saudamos a todos os irmãos de nossas comunidades e queremos entregar-lhes a nossa mensagem.
O Diaconado, dom dado à igreja desde o seu início, confirma, aos que os recebem, com a graça sacramental e, assim, servem o povo de Deus no Ministério da Liturgia, a Palavra e a Caridade (At 6, 3-6; 1 Tim 3, 8-13;) Fil 1, 1; L.G. 29; DAp 205).
O Diaconado esteve presente na tradição da Igreja primitiva, até ser apenas temporária dimensão e caminho para o sacerdócio. Felizmente, o Concílio Vaticano II o restaurou como um Ministério permanente.
Depois de quase 50 anos do Concílio Vaticano II e ainda com os ecos da V Conferência dos Bispos da América Latina e Caribe, realizados há 4 anos em Aparecida, nos reunimos sob o lema, "os Diáconos, Apóstolos para as novas fronteiras" (DAp 208). Reunimo-nos com a finalidade de refletir sobre os novos desafios colocados para este ministério, ouvindo as indicações feitas pelo Espírito Santo em Aparecida, para fortalecer a vida e o apostolado dos diáconos na missão.
Nossa Igreja latino-americana e do Caribe, reafirma que o Diaconado permanente, é um dom para a Igreja, cujo trabalho apostólico, ocupa um lugar preponderante na nossa vida pastoral. São cada vez mais as dioceses que a têm incorporado, e seu número continua a crescer. Também melhoraram os processos, critérios de seleção e treinamento, com a crescente criação de Escolas Diaconais especializadas.
Alegramo-nos que muitos diáconos abraçam a dupla Sacramentalidade, assim, incorporando a dimensão familiar que é sinal e testemunho de uma Igreja doméstica. Em tempos de crise, de alterações significativas, de perda do sentido da vida, da subavaliação da família, os diáconos desta parte do mundo são chamados a serem sinais de esperança e alegria em uma Igreja família. A participação e aceitação de seus filhos, filhas e esposas no desenvolvimento do seu ministério, é testemunha da sua própria Evangelização.
Percebemos na pessoa de Cristo, na sua dimensão de servidor, um horizonte de crescimento, identificação e projeção do Ministério diaconal. É no Cenáculo de Jerusalém, onde acontece a Ceia de compartilhamento de Jesus com seus discípulos, e antes de sentar à mesa, lava os pés dos seus e exorta-os a se tornar servidores uns aos outros (Jo 13,5. 14). Este gesto é antecipação de sua entrega total na Cruz. Aqui o Diácono encontra uma fonte inesgotável de espiritualidade que orienta a sua vocação e o conduz em sua missão para o bem da caridade.
O exercício da caridade e serviço inerente para o Diaconado os encoraja a "reconhecer o dom da Igreja que peregrina na América latina e sua opção pelos pobres" (DAp 128). No exercício do Ministério diaconal, eles querem assumir as opções da nossa Igreja em favor dos pobres e marginalizados da nossa sociedade. Eles estão comprometidos com a realização de um processo de evangelização, de promoção humana e autêntica libertação, permitindo-nos avançar no sentido de uma ordem social justa. (Cfr.DAp 399).
Atentos ao clamor de nossas sociedades: os pobres, esquecidos, marginalizados, da cultura e de um mundo cada vez mais dinâmico e globalizado, o Diácono é chamado a assumir o risco de ir para as novas fronteiras do nosso mundo e tentar dar uma resposta aos desafios que impõem. O anúncio da Palavra viva e eficaz continua a ser uma tarefa fundamental, Palavra que é um sinal de esperança, nova vida e salvação.
"Conscientes de que a Igreja, povo de Deus, espera dos diáconos um testemunho evangélico e impulso missionário para que sejam apóstolos em suas famílias, trabalhos e comunidades e nas novas fronteiras da missão" (DAp 208), exortamos as nossas comunidades para a promoção da sua vocação e ministério em nosso meio.
Aos pés do Santuário de Nossa Senhora Aparecida, lugar de peregrinação, em que milhões de pessoas são levadas pela fé, e lugar de encontro dos Bispos do continente, depositamos nossas esperanças e desejos e colocamos nossa confiança em Deus, nosso Pai, para guiar os passos de sua Igreja e nela seu ministério.
CNBB
Diácono Valney.
Nós, participantes do II Congresso do Diaconado Permanente na América Latina e o Caribe, Bispos, presbíteros, diáconos permanentes, esposas de diáconos e leigos convidados, saudamos a todos os irmãos de nossas comunidades e queremos entregar-lhes a nossa mensagem.
O Diaconado, dom dado à igreja desde o seu início, confirma, aos que os recebem, com a graça sacramental e, assim, servem o povo de Deus no Ministério da Liturgia, a Palavra e a Caridade (At 6, 3-6; 1 Tim 3, 8-13;) Fil 1, 1; L.G. 29; DAp 205).
O Diaconado esteve presente na tradição da Igreja primitiva, até ser apenas temporária dimensão e caminho para o sacerdócio. Felizmente, o Concílio Vaticano II o restaurou como um Ministério permanente.
Depois de quase 50 anos do Concílio Vaticano II e ainda com os ecos da V Conferência dos Bispos da América Latina e Caribe, realizados há 4 anos em Aparecida, nos reunimos sob o lema, "os Diáconos, Apóstolos para as novas fronteiras" (DAp 208). Reunimo-nos com a finalidade de refletir sobre os novos desafios colocados para este ministério, ouvindo as indicações feitas pelo Espírito Santo em Aparecida, para fortalecer a vida e o apostolado dos diáconos na missão.
Nossa Igreja latino-americana e do Caribe, reafirma que o Diaconado permanente, é um dom para a Igreja, cujo trabalho apostólico, ocupa um lugar preponderante na nossa vida pastoral. São cada vez mais as dioceses que a têm incorporado, e seu número continua a crescer. Também melhoraram os processos, critérios de seleção e treinamento, com a crescente criação de Escolas Diaconais especializadas.
Alegramo-nos que muitos diáconos abraçam a dupla Sacramentalidade, assim, incorporando a dimensão familiar que é sinal e testemunho de uma Igreja doméstica. Em tempos de crise, de alterações significativas, de perda do sentido da vida, da subavaliação da família, os diáconos desta parte do mundo são chamados a serem sinais de esperança e alegria em uma Igreja família. A participação e aceitação de seus filhos, filhas e esposas no desenvolvimento do seu ministério, é testemunha da sua própria Evangelização.
Percebemos na pessoa de Cristo, na sua dimensão de servidor, um horizonte de crescimento, identificação e projeção do Ministério diaconal. É no Cenáculo de Jerusalém, onde acontece a Ceia de compartilhamento de Jesus com seus discípulos, e antes de sentar à mesa, lava os pés dos seus e exorta-os a se tornar servidores uns aos outros (Jo 13,5. 14). Este gesto é antecipação de sua entrega total na Cruz. Aqui o Diácono encontra uma fonte inesgotável de espiritualidade que orienta a sua vocação e o conduz em sua missão para o bem da caridade.
O exercício da caridade e serviço inerente para o Diaconado os encoraja a "reconhecer o dom da Igreja que peregrina na América latina e sua opção pelos pobres" (DAp 128). No exercício do Ministério diaconal, eles querem assumir as opções da nossa Igreja em favor dos pobres e marginalizados da nossa sociedade. Eles estão comprometidos com a realização de um processo de evangelização, de promoção humana e autêntica libertação, permitindo-nos avançar no sentido de uma ordem social justa. (Cfr.DAp 399).
Atentos ao clamor de nossas sociedades: os pobres, esquecidos, marginalizados, da cultura e de um mundo cada vez mais dinâmico e globalizado, o Diácono é chamado a assumir o risco de ir para as novas fronteiras do nosso mundo e tentar dar uma resposta aos desafios que impõem. O anúncio da Palavra viva e eficaz continua a ser uma tarefa fundamental, Palavra que é um sinal de esperança, nova vida e salvação.
"Conscientes de que a Igreja, povo de Deus, espera dos diáconos um testemunho evangélico e impulso missionário para que sejam apóstolos em suas famílias, trabalhos e comunidades e nas novas fronteiras da missão" (DAp 208), exortamos as nossas comunidades para a promoção da sua vocação e ministério em nosso meio.
Aos pés do Santuário de Nossa Senhora Aparecida, lugar de peregrinação, em que milhões de pessoas são levadas pela fé, e lugar de encontro dos Bispos do continente, depositamos nossas esperanças e desejos e colocamos nossa confiança em Deus, nosso Pai, para guiar os passos de sua Igreja e nela seu ministério.
CNBB
Diácono Valney.
sexta-feira, 17 de junho de 2011
Todos precisam de Deus, inclusive os homossexuais
"depois da 'união'...
Argentina terá primeiro divórcio gay da América Latina 16.06.2011
Texto: Marcio Claesen
Comente:
Depois de ser o primeiro país a permitir o casamento entre pessoas do mesmo sexo na América Latina, a Argentina também terá o primeiro divórcio homo na região.
Apesar de terem se casado somente em 20 de abril passado, Ángela, de 46 anos, e Vanessa, de 26 anos, estavam juntas há seis anos.
O casamento teria terminado, segundo o site G1, por infidelidade de uma delas. As moças, que moram na província de La Rioja, já deram entrada nos papéis para se divorciarem. Que pena!"
------------------------------------------------------------------------------------
Comentário.
ELES, OS LGBTTS, AINDA SÃO HUMANOS E COM COISAS COMO ESTAS PODEMOS CONSTATAR QUE VERDADEIRAMENTE FORAM ENGANADOS PELO DEMÔNIO, QUE FEZ TANTA PROPAGANDA DESSA PRÁTICA, PROMETENDO A ELES A FELICIDADE. SÃO COMO TODOS OS HUMANOS, QUE BUSCAM A FELICIDADE E PENSARAM TÊ-LA ENCONTRADO NO HOMOSSEXUALISMO. QUE NADA! O VAZIO HUMANO SÓ PODE SER PREENCHIDO POR DEUS QUE É O AUTOR DA VIDA! MAIS UMA VEZ VEMOS QUE NÃO PODE EXISTIR FELICIDADE NO HOMEM SEM DEUS, POR QUE FOMOS FEITOS PARA VIVER NA FELICIDADE DOS FILHOS DE DEUS, E QUANDO CAÍMOS EM TENTATIVAS DE BUSCAR ESSA FELICIDADE FORA DELE, NÃO OBTEMOS SUCESSO. BASTA VER QUE ESSE "CASAMENTO", "ACABOU" POR INFIDELIDADE, OU SEJA, NÃO TORNOU AS PARCEIROS FELIZES, TANTO QUE TIVERAM QUE USAR DE INFIDELIDADE UMA COM A OUTRA.
ESSA REPORTAGEM FOI TIRADA DO SITE DO G1 E TEM POUCA REPERCUSSÃO, UMA VEZ QUE A CAMPANHA QUE O DEMÔNIO EMPREENDE É AINDA DE ARREBANHAR MILHARES E MILHARES PARA O HOMOSSEXUALISMO, COMO SE FOSSE SAÍDA PARA A FRUSTRAÇÃO HUMANA. ESPERO QUE OBSERVANDO ISSO NÃO FIQUEMOS OMISSOS, E AINDA MAIS REPERCUTAMOS E COLOQUEMOS EM EVIDÊNCIA QUE O HOMOSSEXUALISMO É COMO A DROGA E A BEBIDA, APENAS SERVEM COMO PALIATIVO A AFLIÇÃO PELA FELICIDADE EM QUE O HOMEM DE HOJE VIVE, QUE TORNA ESCRAVOS OS SEUS SEGUIDORES E USUÁRIOS. PORTANTO, DEVEMOS COMPREENDER QUE NÃO VAI HAVER FELICIDADE NO HOMOSSEXUALISMO JAMAIS, POR MAIS QUE PAREÇA, NO FUNDO TODOS ESTÃO BUSCANDO A VIDA DE FELICIDADE, E ASSIM ACABAM SIMPLESMENTE SENDO USADOS PELO MALÍGNO PARA ATRAIR MAIS E MAIS PESSOAS PARA O SEU REDIL DE PERDIÇÃO ETERNA. COMO NA DROGA, NÃO PRECISEMOS EXPERIMENTAR O HOMOSSEXUALISMO PARA SABER SE SEREMOS FELIZES, NÃO FAÇAMOS COMO ADÃO E EVA QUE FORAM EXPERIMENTAR...
ACREDITEMOS NA PROMESSA DO SENHOR DEUS E AÍ SIM EXPERIMENTAREMOS A VERDADEIRA FELICIDADE....
FIQUEM COM DEUS!!!!
DIÁCONO VALNEY.
Argentina terá primeiro divórcio gay da América Latina 16.06.2011
Texto: Marcio Claesen
Comente:
Depois de ser o primeiro país a permitir o casamento entre pessoas do mesmo sexo na América Latina, a Argentina também terá o primeiro divórcio homo na região.
Apesar de terem se casado somente em 20 de abril passado, Ángela, de 46 anos, e Vanessa, de 26 anos, estavam juntas há seis anos.
O casamento teria terminado, segundo o site G1, por infidelidade de uma delas. As moças, que moram na província de La Rioja, já deram entrada nos papéis para se divorciarem. Que pena!"
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Comentário.
ELES, OS LGBTTS, AINDA SÃO HUMANOS E COM COISAS COMO ESTAS PODEMOS CONSTATAR QUE VERDADEIRAMENTE FORAM ENGANADOS PELO DEMÔNIO, QUE FEZ TANTA PROPAGANDA DESSA PRÁTICA, PROMETENDO A ELES A FELICIDADE. SÃO COMO TODOS OS HUMANOS, QUE BUSCAM A FELICIDADE E PENSARAM TÊ-LA ENCONTRADO NO HOMOSSEXUALISMO. QUE NADA! O VAZIO HUMANO SÓ PODE SER PREENCHIDO POR DEUS QUE É O AUTOR DA VIDA! MAIS UMA VEZ VEMOS QUE NÃO PODE EXISTIR FELICIDADE NO HOMEM SEM DEUS, POR QUE FOMOS FEITOS PARA VIVER NA FELICIDADE DOS FILHOS DE DEUS, E QUANDO CAÍMOS EM TENTATIVAS DE BUSCAR ESSA FELICIDADE FORA DELE, NÃO OBTEMOS SUCESSO. BASTA VER QUE ESSE "CASAMENTO", "ACABOU" POR INFIDELIDADE, OU SEJA, NÃO TORNOU AS PARCEIROS FELIZES, TANTO QUE TIVERAM QUE USAR DE INFIDELIDADE UMA COM A OUTRA.
ESSA REPORTAGEM FOI TIRADA DO SITE DO G1 E TEM POUCA REPERCUSSÃO, UMA VEZ QUE A CAMPANHA QUE O DEMÔNIO EMPREENDE É AINDA DE ARREBANHAR MILHARES E MILHARES PARA O HOMOSSEXUALISMO, COMO SE FOSSE SAÍDA PARA A FRUSTRAÇÃO HUMANA. ESPERO QUE OBSERVANDO ISSO NÃO FIQUEMOS OMISSOS, E AINDA MAIS REPERCUTAMOS E COLOQUEMOS EM EVIDÊNCIA QUE O HOMOSSEXUALISMO É COMO A DROGA E A BEBIDA, APENAS SERVEM COMO PALIATIVO A AFLIÇÃO PELA FELICIDADE EM QUE O HOMEM DE HOJE VIVE, QUE TORNA ESCRAVOS OS SEUS SEGUIDORES E USUÁRIOS. PORTANTO, DEVEMOS COMPREENDER QUE NÃO VAI HAVER FELICIDADE NO HOMOSSEXUALISMO JAMAIS, POR MAIS QUE PAREÇA, NO FUNDO TODOS ESTÃO BUSCANDO A VIDA DE FELICIDADE, E ASSIM ACABAM SIMPLESMENTE SENDO USADOS PELO MALÍGNO PARA ATRAIR MAIS E MAIS PESSOAS PARA O SEU REDIL DE PERDIÇÃO ETERNA. COMO NA DROGA, NÃO PRECISEMOS EXPERIMENTAR O HOMOSSEXUALISMO PARA SABER SE SEREMOS FELIZES, NÃO FAÇAMOS COMO ADÃO E EVA QUE FORAM EXPERIMENTAR...
ACREDITEMOS NA PROMESSA DO SENHOR DEUS E AÍ SIM EXPERIMENTAREMOS A VERDADEIRA FELICIDADE....
FIQUEM COM DEUS!!!!
DIÁCONO VALNEY.
quarta-feira, 15 de junho de 2011
HABEMUS ARCEBISPO!!!!
15/06/2011 12.00.16
PAPA FAZ DUAS NOMEAÇÕES EPISCOPAIS PARA O BRASIL: DOM SÉRGIO DA ROCHA É O NOVO ARCEBISPO DE BRASÍLIA.
Cidade do Vaticano, 15 jun (RV) - O papa nomeou hoje o novo Arcebispo de Brasília: é Dom Sérgio da Rocha, que até agora era Arcebispo de Teresina.
Nascido em Dobrada (SP) em 21 de outubro de 1959, foi ordenado sacerdote em 1984 em Matão, Diocese de São Carlos. Em 2001 foi nomeado bispo auxiliar de Fortaleza por João Paulo II; em 2007, Bento XVI o nomeou arcebispo coadjutor da Arquidiocese de Teresina. Em 2008, tornou-se Arcebispo Metropolitano da capital piauiense.
De 2003 a 2007 foi membro da Comissão Episcopal Pastoral para a Doutrina da Fé da CNBB; membro da Comissão Episcopal do Mutirão de Superação da Miséria e da Fome da CNBB; Secretário do Regional Nordeste I; Bispo referencial da Pastoral da Juventude e da Pastoral Vocacional no Regional Nordeste I.
De 2007 a maio de 2011 foi Presidente do Departamento de Vocações e Ministérios do CELAM; membro da Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada da CNBB, cargo que ocupou até maio de 2011; membro do Conselho Permanente da CNBB e Presidente do Regional Nordeste IV.
Em maio de 2011 foi eleito presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Doutrina da Fé da CNBB, mandato que se encerra em 2015.
PAPA FAZ DUAS NOMEAÇÕES EPISCOPAIS PARA O BRASIL: DOM SÉRGIO DA ROCHA É O NOVO ARCEBISPO DE BRASÍLIA.
Cidade do Vaticano, 15 jun (RV) - O papa nomeou hoje o novo Arcebispo de Brasília: é Dom Sérgio da Rocha, que até agora era Arcebispo de Teresina.
Nascido em Dobrada (SP) em 21 de outubro de 1959, foi ordenado sacerdote em 1984 em Matão, Diocese de São Carlos. Em 2001 foi nomeado bispo auxiliar de Fortaleza por João Paulo II; em 2007, Bento XVI o nomeou arcebispo coadjutor da Arquidiocese de Teresina. Em 2008, tornou-se Arcebispo Metropolitano da capital piauiense.
De 2003 a 2007 foi membro da Comissão Episcopal Pastoral para a Doutrina da Fé da CNBB; membro da Comissão Episcopal do Mutirão de Superação da Miséria e da Fome da CNBB; Secretário do Regional Nordeste I; Bispo referencial da Pastoral da Juventude e da Pastoral Vocacional no Regional Nordeste I.
De 2007 a maio de 2011 foi Presidente do Departamento de Vocações e Ministérios do CELAM; membro da Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada da CNBB, cargo que ocupou até maio de 2011; membro do Conselho Permanente da CNBB e Presidente do Regional Nordeste IV.
Em maio de 2011 foi eleito presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Doutrina da Fé da CNBB, mandato que se encerra em 2015.
terça-feira, 7 de junho de 2011
Silas Malafaia, ditadura gay e desunião cristã
Posted: 05 Jun 2011 12:20 PM
Silas Malafaia, ditadura gay e desunião cristã
Sete deputados estaduais evangélicos aprovam lei gay no Rio, inclusive irmão de Silas Malafaia e filho de R.R. Soares
Julio Severo
Mesmo longe do Brasil, eu estava acompanhando emocionadamente a marcha cristã de 1 de junho contra o PLC 122. A manifestação, que ocorreu na frente do Congresso Nacional em Brasília e foi liderada pelo Pr. Silas Malafaia, merecia a total atenção de todos os cristãos.
Estando no exterior, não tenho acesso às redes de televisão do Brasil, a não ser pela internet. Assim sendo, visitei sites de emissoras evangélicas às 15h, horário do início do evento, mas não vi nenhuma delas dando cobertura.
Numa televisão evangélica de Brasília, tudo o que pude ver foi a pregação de uma pastora…
Não é de admirar pois que as emissoras seculares não tivessem feito mais do que as emissoras evangélicas.
Noticiei que compareceram à manifestação cristã umas 20 mil pessoas, mas alguns que participaram dizem o número foi 50 mil ou 80 mil.
Se o PLC 122 ou outra lei anti-“homofobia” passar, afetará apenas 20, 50 ou 80 mil pessoas? Afetará apenas 500 mil pessoas? Então por que mais pessoas não compareceram? Por que as redes evangélicas e católicas não fizeram cobertura completa da marcha em defesa da família?
Não foi somente o evento liderado por Silas Malafaia em Brasília que enfrentou descaso e contradição cristã. Em 4 de junho, Malafaia também liderou a Marcha para Jesus do Rio e atacou a obsessão política de Sérgio Cabral pela sodomia. O governador do Rio, que havia recebido amplo apoio de Malafaia e Crivella na sua primeira eleição, foi com muita justiça denunciado por Malafaia, que também exortou a multidão de participantes a resistirem à avalanche de leis pró-sodomia que Cabral está impondo a ferro e fogo no Rio.
No palanque, Malafaia também exortou seu irmão, Samuel Malafaia, a lutar contra as leis de institucionalização da sodomia. Essas leis fatalmente geram a descaracterização e deformação da família e proteção das crianças.
Não há dúvida de que o irmão de Malafaia precisa de exortação. A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, onde Samuel Malafaia é deputado estadual, aprovou em 25 de maio emenda à constituição estadual nº 23/2007, a qual inclui o termo “orientação sexual” no rol dos direitos e garantias fundamentais, que por sua vez garantirá a aprovação de qualquer PLC 122 e outros males para a sociedade, exclusivamente para privilegiar a sodomia.
O jornal Extra afirma que os únicos que votaram contra essa emenda foram dois deputados estaduais: Edson Albertassi e Flávio Bolsonaro, filho do deputado federal Jair Bolsonaro.
Albertassi foi o único deputado evangélico a mostrar a cara. Onde estavam todos os outros deputados evangélicos? Desaparecidos? Tomando banho de sol na praia de Ipanema? Hospitalizados? Qual é a santa desculpa que vão apresentar?
Enquanto a população está preocupada com o feroz avanço do movimento ideológico gay, redes evangélicas e católicas de televisão estão ocupadas demais para cobrir nossas manifestações, deixando-nos dependentes de meros blogs como o meu, que não têm nem de longe a repercussão que tem um canal de TV. Mesmo assim, cada um faz o que pode. Uma jovem do Rio escreveu o endereço do meu blog numa camiseta e, por conta própria, usou-a na Marcha para Jesus na esperança de indicar para outros uma fonte de informação indisponível na mídia secular e cristã.
Enquanto a população cristã vota em políticos cristãos para que defendam pelo menos os interesses da família, na hora crítica da votação de uma ameaçadora emenda de “orientação sexual” no Rio, todos os deputados evangélicos sumiram do mapa e só Edson Albertassi e Flávio Bolsonaro se distinguiram votando contra.
Em seu site, o próprio Silas Malafaia reconheceu publicamente que essa emenda é um perigo e confirmou que já foi aprovada na primeira votação, alertando o povo do Rio a pressionar os deputados estaduais a votar contra também. Mas o próprio irmão de Malafaia não estava com Albertassi e Bolsonaro quando esses dois deputados sozinhos disseram “não” à emenda. A pergunta intrigante é: Por que o irmão de Malafaia votou a favor da terrível emenda? Por que? (O blog Holofote acaba de confirmar que o irmão de Silas Malafaia realmente aprovou a lei gay de Sério Cabral; não só ele, mas também sete outros deputados estaduais evangélicos, inclusive Marcos Soares, filho do famoso R. R. Soares, da Igreja Internacional da Graça.)
Se a população do Rio não reagir rápido, cobrando energicamente dos deputados cristãos que aparentemente estão tirando uma soneca ou até votando a favor do mal, o Rio de Janeiro poderá se tornar no Brasil o primeiro palco de uma sociedade sob uma lei onde a ordem suprema é a total reverência à sodomia.
Se a população do Brasil não reagir rápido, cobrando energicamente dos canais evangélicos e católicos de TV que decidiram livremente não cobrir um evento contra a ditadura gay, chegará o dia em que depois de uma soneca descobrirão que não mais têm direito nem liberdade de decidir. Em vez de poderem informar que a sodomia é prejudicial, serão obrigados a dizer que a sodomia é uma maravilha inigualável.
Só porque Jesus Cristo disse que os dias finais seriam como os dias de Sodoma significa que as televisões cristãs, com a cumplicidade de políticos cristãos que se ausentam de votações cruciais ou votam no mal, devam deixar a omissão ou atos deliberados desempenharem um papel fundamental para o cumprimento dessa profecia?
Atualizado em 6 de junho.
Fonte: www.juliosevero.com
Diácono Valney
Posted: 05 Jun 2011 12:20 PM
Silas Malafaia, ditadura gay e desunião cristã
Sete deputados estaduais evangélicos aprovam lei gay no Rio, inclusive irmão de Silas Malafaia e filho de R.R. Soares
Julio Severo
Mesmo longe do Brasil, eu estava acompanhando emocionadamente a marcha cristã de 1 de junho contra o PLC 122. A manifestação, que ocorreu na frente do Congresso Nacional em Brasília e foi liderada pelo Pr. Silas Malafaia, merecia a total atenção de todos os cristãos.
Estando no exterior, não tenho acesso às redes de televisão do Brasil, a não ser pela internet. Assim sendo, visitei sites de emissoras evangélicas às 15h, horário do início do evento, mas não vi nenhuma delas dando cobertura.
Numa televisão evangélica de Brasília, tudo o que pude ver foi a pregação de uma pastora…
Não é de admirar pois que as emissoras seculares não tivessem feito mais do que as emissoras evangélicas.
Noticiei que compareceram à manifestação cristã umas 20 mil pessoas, mas alguns que participaram dizem o número foi 50 mil ou 80 mil.
Se o PLC 122 ou outra lei anti-“homofobia” passar, afetará apenas 20, 50 ou 80 mil pessoas? Afetará apenas 500 mil pessoas? Então por que mais pessoas não compareceram? Por que as redes evangélicas e católicas não fizeram cobertura completa da marcha em defesa da família?
Não foi somente o evento liderado por Silas Malafaia em Brasília que enfrentou descaso e contradição cristã. Em 4 de junho, Malafaia também liderou a Marcha para Jesus do Rio e atacou a obsessão política de Sérgio Cabral pela sodomia. O governador do Rio, que havia recebido amplo apoio de Malafaia e Crivella na sua primeira eleição, foi com muita justiça denunciado por Malafaia, que também exortou a multidão de participantes a resistirem à avalanche de leis pró-sodomia que Cabral está impondo a ferro e fogo no Rio.
No palanque, Malafaia também exortou seu irmão, Samuel Malafaia, a lutar contra as leis de institucionalização da sodomia. Essas leis fatalmente geram a descaracterização e deformação da família e proteção das crianças.
Não há dúvida de que o irmão de Malafaia precisa de exortação. A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, onde Samuel Malafaia é deputado estadual, aprovou em 25 de maio emenda à constituição estadual nº 23/2007, a qual inclui o termo “orientação sexual” no rol dos direitos e garantias fundamentais, que por sua vez garantirá a aprovação de qualquer PLC 122 e outros males para a sociedade, exclusivamente para privilegiar a sodomia.
O jornal Extra afirma que os únicos que votaram contra essa emenda foram dois deputados estaduais: Edson Albertassi e Flávio Bolsonaro, filho do deputado federal Jair Bolsonaro.
Albertassi foi o único deputado evangélico a mostrar a cara. Onde estavam todos os outros deputados evangélicos? Desaparecidos? Tomando banho de sol na praia de Ipanema? Hospitalizados? Qual é a santa desculpa que vão apresentar?
Enquanto a população está preocupada com o feroz avanço do movimento ideológico gay, redes evangélicas e católicas de televisão estão ocupadas demais para cobrir nossas manifestações, deixando-nos dependentes de meros blogs como o meu, que não têm nem de longe a repercussão que tem um canal de TV. Mesmo assim, cada um faz o que pode. Uma jovem do Rio escreveu o endereço do meu blog numa camiseta e, por conta própria, usou-a na Marcha para Jesus na esperança de indicar para outros uma fonte de informação indisponível na mídia secular e cristã.
Enquanto a população cristã vota em políticos cristãos para que defendam pelo menos os interesses da família, na hora crítica da votação de uma ameaçadora emenda de “orientação sexual” no Rio, todos os deputados evangélicos sumiram do mapa e só Edson Albertassi e Flávio Bolsonaro se distinguiram votando contra.
Em seu site, o próprio Silas Malafaia reconheceu publicamente que essa emenda é um perigo e confirmou que já foi aprovada na primeira votação, alertando o povo do Rio a pressionar os deputados estaduais a votar contra também. Mas o próprio irmão de Malafaia não estava com Albertassi e Bolsonaro quando esses dois deputados sozinhos disseram “não” à emenda. A pergunta intrigante é: Por que o irmão de Malafaia votou a favor da terrível emenda? Por que? (O blog Holofote acaba de confirmar que o irmão de Silas Malafaia realmente aprovou a lei gay de Sério Cabral; não só ele, mas também sete outros deputados estaduais evangélicos, inclusive Marcos Soares, filho do famoso R. R. Soares, da Igreja Internacional da Graça.)
Se a população do Rio não reagir rápido, cobrando energicamente dos deputados cristãos que aparentemente estão tirando uma soneca ou até votando a favor do mal, o Rio de Janeiro poderá se tornar no Brasil o primeiro palco de uma sociedade sob uma lei onde a ordem suprema é a total reverência à sodomia.
Se a população do Brasil não reagir rápido, cobrando energicamente dos canais evangélicos e católicos de TV que decidiram livremente não cobrir um evento contra a ditadura gay, chegará o dia em que depois de uma soneca descobrirão que não mais têm direito nem liberdade de decidir. Em vez de poderem informar que a sodomia é prejudicial, serão obrigados a dizer que a sodomia é uma maravilha inigualável.
Só porque Jesus Cristo disse que os dias finais seriam como os dias de Sodoma significa que as televisões cristãs, com a cumplicidade de políticos cristãos que se ausentam de votações cruciais ou votam no mal, devam deixar a omissão ou atos deliberados desempenharem um papel fundamental para o cumprimento dessa profecia?
Atualizado em 6 de junho.
Fonte: www.juliosevero.com
Diácono Valney
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Verdadeira Salvação
Salvação é sermos libertos do mal que habita em nós, ensina Papa
Leonardo Meira
Da Redação CN
Bento XVI destaca que é preciso haver uma semente do bem no interior do homem para que a vida possa ser curada e restituídaO Papa Bento XVI falou sobre o exemplo da oração de intercessão do Patriarca Abraão pelas cidades de Sodoma e Gomorra na Catequese desta quarta-feira, 18.
Frente ao desígnio de Deus de destruir as duas cidades, um ato de justiça e para parar o mal, Abraão pede por aqueles que serão punidos, para que sejam salvos. Em um diálogo registrado no Livro do Gênesis, a oração do Patriarca alcança as profundezas da misericórdia divina, que torna sempre menos exigente a necessidade de encontrar homens justos no interior da cidade - dos 50 iniciais, Deus baixa o número e bastariam dez para salvar a totalidade da população.
"Mas nem mesmo dez justos se encontravam em Sodoma e Gomorra, e as cidades foram destruídas. Uma destruição paradoxalmente testemunhada como necessária exatamente pela oração de intercessão de Abraão. Porque exatamente aquela oração revelou a vontade salvífica de Deus: o Senhor estava disposto a perdoar, desejava fazê-lo, mas as cidades estavam fechadas em um mal totalizante e paralisante, sem sequer poucos inocentes dos quais partir para transformar o mal em bem. Por que é exatamente esse o caminho da salvação que também Abraão pedia: ser salvos não quer dizer simplesmente escapar da punição, mas ser libertos do mal que em nós habita. Não é o castigo que deve ser eliminado, mas o pecado, aquela recusa de Deus e do amor que traz já em si o castigo", ensina o Pontífice.
Leonardo Meira
Da Redação CN
Bento XVI destaca que é preciso haver uma semente do bem no interior do homem para que a vida possa ser curada e restituídaO Papa Bento XVI falou sobre o exemplo da oração de intercessão do Patriarca Abraão pelas cidades de Sodoma e Gomorra na Catequese desta quarta-feira, 18.
Frente ao desígnio de Deus de destruir as duas cidades, um ato de justiça e para parar o mal, Abraão pede por aqueles que serão punidos, para que sejam salvos. Em um diálogo registrado no Livro do Gênesis, a oração do Patriarca alcança as profundezas da misericórdia divina, que torna sempre menos exigente a necessidade de encontrar homens justos no interior da cidade - dos 50 iniciais, Deus baixa o número e bastariam dez para salvar a totalidade da população.
"Mas nem mesmo dez justos se encontravam em Sodoma e Gomorra, e as cidades foram destruídas. Uma destruição paradoxalmente testemunhada como necessária exatamente pela oração de intercessão de Abraão. Porque exatamente aquela oração revelou a vontade salvífica de Deus: o Senhor estava disposto a perdoar, desejava fazê-lo, mas as cidades estavam fechadas em um mal totalizante e paralisante, sem sequer poucos inocentes dos quais partir para transformar o mal em bem. Por que é exatamente esse o caminho da salvação que também Abraão pedia: ser salvos não quer dizer simplesmente escapar da punição, mas ser libertos do mal que em nós habita. Não é o castigo que deve ser eliminado, mas o pecado, aquela recusa de Deus e do amor que traz já em si o castigo", ensina o Pontífice.
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