quinta-feira, 19 de maio de 2011

Verdadeira Salvação

Salvação é sermos libertos do mal que habita em nós, ensina Papa
Leonardo Meira
Da Redação CN

Bento XVI destaca que é preciso haver uma semente do bem no interior do homem para que a vida possa ser curada e restituídaO Papa Bento XVI falou sobre o exemplo da oração de intercessão do Patriarca Abraão pelas cidades de Sodoma e Gomorra na Catequese desta quarta-feira, 18.

Frente ao desígnio de Deus de destruir as duas cidades, um ato de justiça e para parar o mal, Abraão pede por aqueles que serão punidos, para que sejam salvos. Em um diálogo registrado no Livro do Gênesis, a oração do Patriarca alcança as profundezas da misericórdia divina, que torna sempre menos exigente a necessidade de encontrar homens justos no interior da cidade - dos 50 iniciais, Deus baixa o número e bastariam dez para salvar a totalidade da população.

"Mas nem mesmo dez justos se encontravam em Sodoma e Gomorra, e as cidades foram destruídas. Uma destruição paradoxalmente testemunhada como necessária exatamente pela oração de intercessão de Abraão. Porque exatamente aquela oração revelou a vontade salvífica de Deus: o Senhor estava disposto a perdoar, desejava fazê-lo, mas as cidades estavam fechadas em um mal totalizante e paralisante, sem sequer poucos inocentes dos quais partir para transformar o mal em bem. Por que é exatamente esse o caminho da salvação que também Abraão pedia: ser salvos não quer dizer simplesmente escapar da punição, mas ser libertos do mal que em nós habita. Não é o castigo que deve ser eliminado, mas o pecado, aquela recusa de Deus e do amor que traz já em si o castigo", ensina o Pontífice.

sábado, 14 de maio de 2011

Santificar o Dia do Senhor sem a celebração da Missa

Santificar o Dia do Senhor sem a celebração da Missa.


A celebração da Eucaristia é o centro de toda a vida cristã. Na verdade, “os demais Sacramentos, assim como todos os ministérios eclesiásticos e tarefas apostólicas, se ligam à Sagrada Eucaristia e a ela se ordenam. Pois a Santíssima Eucaristia contém todo o bem espiritual da Igreja, a saber, o próprio Cristo, nossa Páscoa” (Presbyterorum Ordinis 5; Catechismus Catholicae Ecclesiae 1324). Disto se segue que a celebração do Sacrifício do altar, como obra de Cristo sacerdote, e de seu Corpo que é a Igreja, é uma ação sagrada cuja eficácia não é igualada por nenhuma outra ação da Igreja.

Por sua vez, a Sagrada Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, em seu documento “Celebrações dominicais na ausência do Presbítero” afirma que “entre as formas celebrativas que se encontram na tradição litúrgica, é muito recomendada a celebração da Palavra de Deus”, para o alimento de fé, da comunhão e do compromisso do povo de Deus. Ela é ação litúrgica reconhecida e incentivada pelo Concílio Vaticano II: “Incentive-se a celebração sagrada da Palavra de Deus, nas vigílias das festas mais solenes, em algumas férias do Advento e da Quaresma, como também nos domingos e dias santos, sobretudo naqueles lugares onde falta o padre. Neste caso seja o diácono ou algum outro delegado pelo Bispo quem dirija a celebração” (Sacrosanctum Concilium 35,4). A propósito dessa última questão, diz-nos a Instrução Inestimabile Donum que “para dirigir as mencionadas celebrações, o fiel não-ordenado deverá ter um mandato especial do Bispo [...]” (artigo 7, §1).

Bento XVI na Exortação Apostólica Pós-Sinodal Sacramentum Caritatis, sobre a Eucaristia, fonte e ápice da Vida e da Missão da Igreja, falando sobre as Assembléias dominicais na ausência de sacerdote, assim se pronuncia: “Uma vez descoberto o significado da celebração dominical para a vida do cristão, coloca-se espontaneamente o problema das comunidades cristãs onde falta o sacerdote e, conseqüentemente, não é possível celebrar a Santa Missa no Dia do Senhor. A tal respeito, convém reconhecer que nos encontramos perante situações muito diversificadas entre si. Antes de mais nada, o Sínodo recomendou aos fiéis que fossem a uma das Igrejas da Diocese onde está garantida a presença do sacerdote, mesmo que isso lhes exija um pouco de sacrifício. Entretanto, nos casos em que se torne praticamente impossível, devido à grande distância, a participação na Eucaristia dominical, é importante que as comunidades cristãs se reúnam igualmente para louvar o Senhor e fazer memória do dia a ele dedicado. Mas isso deverá verificar-se a partir de uma conveniente instrução sobre a diferença entre a Santa Missa e as assembléias dominicais à espera de sacerdote2. A solicitude pastoral da Igreja há de exprimir-se, neste caso, vigiando que a liturgia da palavra - organizada sob a guia de um diácono ou de um responsável da comunidade a quem foi regularmente confiado esse ministério pela autoridade competente - se realize segundo um ritual específico elaborado pelas Conferências Episcopais e para tal fim aprovado por elas. Lembro que compete aos Ordinários conceder a faculdade de distribuir a comunhão nessas liturgias, ponderando atentamente a conveniência da escolha a fazer. Além disso, tudo deve ser feito de forma que tais assembléias não criem confusão quanto ao papel central do sacerdote e à dimensão sacramental na vida da Igreja. A importância da função dos leigos, a quem justamente há que agradecer a generosidade ao serviço das comunidades cristãs, jamais deve ofuscar o ministério insubstituível dos sacerdotes na vida da Igreja. Por isso, vigie-se atentamente sobre as assembléias à espera de sacerdote para que não dêem lugar a visões eclesiológicas incompatíveis com a verdade do Evangelho e a tradição da Igreja; devem antes tornar-se ocasiões privilegiadas de oração a Deus para que mande sacerdotes santos segundo o seu coração. A propósito, vale a pena recordar aquilo que escreveu o Papa João Paulo II na Carta aos Sacerdotes por ocasião da Quinta-feira Santa de 1979, recordando o caso comovente que se verificava em certos lugares onde as pessoas, privadas de sacerdote pelo regime ditatorial, se reuniam numa igreja ou num oratório, colocavam sobre o altar a estola que ainda conservavam e recitavam as orações da liturgia eucarística até o 'momento que corresponderia à transubstanciação', e aí se detinham em silêncio, dando testemunho de quão 'ardentemente desejavam ouvir aquelas palavras que só os lábios de um sacerdote podiam eficazmente pronunciar'. Precisamente nessa perspectiva, considerando o bem incomparável que deriva do sacrifício eucarístico, peço a todos os sacerdotes uma efetiva e concreta disponibilidade para visitarem, com a maior assiduidade possível, as comunidades que estão confiadas ao seu cuidado pastoral, a fim de não ficarem demasiado tempo sem o sacramento da caridade” (75).

Aproveitando o tema e visando ainda esclarecer com uma terminologia apropriada, devemos também falar sobre o ministro extraordinário da Sagrada Comunhão, como prescreve a Instrução Inestimabile Donum. O artigo 8 da referida Instrução assim se pronuncia: “Os fiéis não-ordenados, já há tempos, vêm colaborando com os ministros sagrados, em diversos âmbitos da pastoral, para que 'o dom inefável da Eucaristia seja mais profundamente conhecido e para que se participe da sua eficácia salvífica com uma intensidade cada vez maior' (Instrução Immensae Caritatis, de 29 de janeiro de 1973). Trata-se de um serviço litúrgico que responde a necessidades objetivas dos fiéis, destinado sobretudo aos enfermos e às assembléias litúrgicas nas quais são particularmente numerosos os fiéis que desejam receber a sagrada comunhão. A disciplina canônica sobre o ministro extraordinário da sagrada comunhão deve, porém, ser corretamente aplicada para não gerar confusão. Ela estabelece que ministros ordinários da sagrada comunhão são o Bispo, o presbítero e o diácono (cf. CIC, cân. 910), enquanto é ministro extraordinário o acólito instituído ou o fiel para tanto designado conforme a norma do cân. 230, § 3. Um fiel não-ordenado, se o sugerirem motivos de real necessidade, pode ser designado pelo Bispo diocesano, com o apropriado rito litúrgico de bênção, na qualidade de ministro extraordinário, para distribuir a Sagrada Comunhão também fora de celebração eucarística, ad actum vel ad tempus, ou de maneira estável. Em casos excepcionais e imprevistos, a autorização pode ser concedida ad actum pelo sacerdote que preside a celebração eucarística. Para que o ministro extraordinário, durante a celebração eucarística, possa distribuir a sagrada comunhão, é necessário ou que não estejam presentes ministros ordinários ou que estes, embora presentes, estejam realmente impedidos. Pode igualmente desempenhar o mesmo encargo quando, por causa da participação particularmente numerosa dos fiéis que desejam receber a Santa Comunhão, a celebração eucarística prolongar-se-ia excessivamente por causa da insuficiência de ministros ordinários. Este encargo é supletivo e extraordinário e deve ser exercido segundo a norma do direito. Para este fim é oportuno que o Bispo diocesano emane normas particulares que, em íntima harmonia com a legislação universal da Igreja, regulamentem o exercício de tal encargo. Deve-se prover, entre outras coisas, que o fiel designado para esse encargo seja devidamente instruído sobre a doutrina eucarística, sobre a índole do seu serviço, sobre as rubricas que deve observar para a devida reverência a tão augusto Sacramento e sobre a disciplina que regulamenta a admissão à comunhão. Para não gerar confusão, deve-se evitar e remover algumas práticas que há algum tempo foram introduzidas em algumas Igrejas particulares, como por exemplo: a) comungar pelas próprias mãos, como se fossem concelebrantes; b) associar à renovação das promessas sacerdotais, na Santa Missa Crismal da Quinta-feira Santa, também outras categorias de fiéis que renovam os votos religiosos ou recebem o mandato de ministros extraordinários da comunhão eucarística; c) o uso habitual de ministros extraordinários nas Santas Missas, estendendo arbitrariamente o conceito de 'numerosa participação'”.

Por fim, “é preciso fazer compreender que estes esclarecimentos e distinções não nascem da preocupação de defender privilégios clericais, mas da necessidade de ser obedientes à vontade de Cristo, respeitando a forma constitutiva que ele imprimiu de maneira indelével na sua Igreja”, são as palavras do bem aventurado servo de Deus João Paulo II.

A Igreja age e sempre agiu assim porque o seu Senhor “é sempre o mesmo ontem, hoje e pelos séculos” (Hb 13,8). Daí o adágio antigo: “lex orandi, lex credendi” (cf. CCE 1123-1124).


por Diácono Everaldo Ribeiro Franco
Cerimoniário Diocesano - Uberlândia (MG).

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Novo presidente da CNBB já foi professor da UNB

UnB Agência
RECONHECIMENTO - 10/05/2011
Reprodução/UnB Agência

Dom Damasceno, cardeal arcebispo de Aparecida, foi eleito para o cargo em votação que contou com 277 bispos de todo o Brasil
Thais Antonio - Da Secretaria de Comunicação da UnB
O cardeal arcebispo da Arquidiocese de Aparecida, Dom Raymundo Damasceno Assis, foi eleito o novo presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) durante a 49º Assembleia Geral da entidade, em Aparecida, SP. Dom Damasceno foi professor da Universidade de Brasília de 1978 a 1992, quando deu aulas no então Departamento de Geografia e História (GEH).
Dom Damasceno foi eleito para um mandato de quatro anos. “Eu sempre digo que nunca me candidatei a nenhum cargo na CNBB”, disse em Aparecida. “Evidentemente, nós estamos à disposição para servir a Igreja quando os desígnios de Deus se manifestam através de mediações humanas, como é o caso de uma eleição”.
Formado em Filosofia e Teologia, foi professor de Introdução à Metodologia Científica e Introdução à Filosofia na UnB. Não havia curso de Filosofia na época e as disciplinas que Dom Damasceno lecionava eram oferecidas para a universidade inteira. Em 1984, o curso foi criado no GEH e o eclesiástico passou a assumir a disciplina de Estágio Supervisionado. Em 1986, mesmo ano de criação do Departamento de Filosofia, ele foi ordenado Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Brasília.
Os poucos professores que faziam parte do FIL na época fizeram uma vaquinha para comprar um anel de ouro para Dom Damasceno. Ele usou o anel até o fim do ano passado, quando foi nomeado Cardeal pelo Papa Bento XVI e passou a usar a joia que recebeu das mãos do Pontíficie durante a cerimônia oficial de nomeação, em 20 de novembro. Nelson Gonçalves Gomes, professor do FIL era um deles. “Ele era muito querido no departamento”, diz. “Era competente como filósofo, bom colega, bom homem e muito profissional”.
Ubirajara Calmon Carvalho, professor aposentado, conta que Dom Damasceno era bastante conciliador. “Não tinha posições radicais e era moderado”, relata. “Tinha abertura tal que fazia a conciliação entre posições ideológicas extremadas”. Além disso, o professor enaltece as qualidades do colega, que acredita fazer jus ao cargo de presidente da CNBB. “Ele é um pastor no sentido católico do termo, ou seja, aquela pessoa que cuida da organização eclesiástica dos fiéis”, afirma. “Não nos esqueçamos que ele, como cardeal, pode vir a ser Papa”.

fonte: http://www.unb.br/noticias/unbagencia/unbagencia.php?id=5057

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Diretrizes para o Diaconado permanente está na pauta da 49ª assembléia da CNBB

Começa, na próxima quarta-feira, 4, em Aparecida (SP), a 49ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Esta será a terceira vez que a CNBB faz sua Assembleia em Aparecida. As duas anteriores aconteceram em 1954 e 1967, respectivamente, 2ª e 8ª Assembleias.

Dois temas marcarão, de forma especial, a assembleia deste ano: as eleições e as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil. Serão eleitos, para um mandato de quatro anos, o presidente, vice-presidente e secretário geral.

Além destes, os bispos elegerão, também para um mandato de quatro anos, os presidentes das Comissões Episcopais Pastorais, que atualmente são dez. Estes presidentes de Comissões com os três membros da Presidência formam o Conselho Episcopal Pastoral da CNBB (Consep).

O texto das novas Diretrizes, que também têm duração de um quadriênio, foi elaborado por uma Comissão de bispos, presidida pelo arcebispo de São Luís (MA), dom José Belisário da Silva, e assessorada por peritos. A base do texto são as atuais Diretrizes, aprovadas em 2008 incorporando o conteúdo do documento final da V Conferência do Episcopado da América Latina e Caribe, realizada em 2007, em Aparecida (SP), e outros documentos da Igreja publicados desde então, como a recente Exortação Apostólica Pós-Sinodal “Verbum Domini” do Papa Bento XVI.

Outros temas estarão na pauta dos bispos como as Diretrizes para o Diaconato Permanente, assuntos de liturgia, assuntos da Comissão Pastoral para a Doutrina da Fé, situação dos povos indígenas, análise da conjuntura eclesial e social, assuntos de Comunicação, Jornada Mundial da Juventude, 5ª Semana Social Brasileira.

A Igreja no Brasil tem 456 bispos, sendo 301 na ativa e 155 eméritos. Estão inscritos para a Assembleia 336 (296 da ativa e 40 eméritos). Outras 119 pessoas participam da Assembleia como assessores, peritos, convidados, colaboradores, prestadores de serviço, totalizando 455 pessoas.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Leitura Católica: indico o livro "Como a Igreja Católica construiu a civilização ocidental"

Este eu Recomendo!!!

“Como a Igreja Católica construiu a civilização ocidental.”

Sinopse:

Neste livro, Thomas Woods o autor nos mostra como toda a civilização ocidental nasceu e se desenvolveu apoiada nos valores e ensinamentos da Igreja Católica. Em concreto explica, entre outras coisas – por que o milagre da ciência moderna e de uma filosofia que levou a razão à sua plenitude só puderam nascer sobre o solo da mentalidade católica; como a Igreja criou uma instituição que mudou o mundo – a Universidade; como ela deu uma arquitetura e umas artes plásticas de beleza incomparável; como os filósofos escolásticos desenvolveram os conceitos básicos da economia moderna; como o Direito nasceu em medida do Direito canônico; como a Igreja criou praticamente todas as instituições de assistência conhecidas, dos hospitais à previdência; como humanizou a vida, ao insistir durante séculos nos direitos universais do ser humano – tanto dos cristão como dos pagãos – e na sacralidade de cada pessoa.

Diácono Valney Oliveira

Sobre Deus, Einstein e os ateus

Einstein, Deus e os ateus


Caro Internauta, leia, para sua informação, sobre Einstein, um dos mais brilhantes cientistas do século XX! Uma coisa deve ser clara: é uma ilusão pensar que os cientistas possam falar de Deus ou contra Deus com mais autoridade que outras pessoas. É importante entender de vez que a ciência tem algo a dizer sobre este mundo e seus fenômenos, mas claudica ao querer interpretar o sentido do mundo e, pior ainda, falar sobre o transcendente. Aí ultrapassa a sua competência e diz bobagens, pois fala do que não lhe compete e sobre o que não tem competência alguma, traindo seu próprio método e seu próprio objetivo! Que um cientista seja ateu, agnóstico ou crente, em nada influi na questão da existência de Deus: ele não crê como cientista, mas como pessoa, ser humano; ele não tem informação alguma a mais sobre a questão de Deus do que o resto da humanidade!
Einstein acreditava num Deus que dá ordem e harmonia ao universo. Sempre rejeitou ser ateu, inclusive refutou ser panteísta. Para ele, Deus não está no universo, mas por trás dele. No entanto, nunca aceitou que Deus fosse um Ser pessoal e muito menos que interviesse no mundo, alterando as leis naturais. Einstein não acreditava que Deus tivesse vontade livre, porém não acreditava também que os homens fossem livres...
Ao longo de sua vida, Einstein sempre refutou a acusação de ser ateu: “Tem gente que afirma que Deus não existe. Contudo, o que realmente me aborrece é que me citam para apoiar seu ponto de vista. O que me separa da maioria desses que se chamam ateus é um sentimento de radical humildade em relação aos segredos inalcançáveis da harmonia do cosmos”.
“Os ateus fanáticos são como escravos que ainda sentem o peso das correntes que jogaram fora depois de um duro esforço. São criaturas que, em sua luta contra a religião tradicional como ópio do povo, não conseguem escutar a música do universo”.
Outro aspecto que separa Einstein dos ateus modernos e grosseiros é que ele reconhece os feitos históricos da Igreja, especialmente os que ele próprio viveu. Assim, em 23 de dezembro de 1949 ele declarava à revista Time sobre a facilidade com a qual a Alemanha adotou a cultura nazista: “Quando aconteceu a revolução na Alemanha, olhei com confiança para as universidades, pois sabia que sempre se orgulharam por sua devoção à causa da verdade. Porém as universidades foram amordaçadas. Então confiei nos grandes editores dos diários que proclamavam seu amor pela liberdade. Porém, como as universidades, também eles tiveram que se calar, sufocados em poucas semanas. Somente a Igreja permaneceu firme, em pé, para fechar o caminho às campanhas de Hitler que pretendiam suprimir a verdade. Antes, eu nunca havia experimentado um particular interesse pela Igreja; porém agora sinto por ela um grande afeto e admiração, porque a Igreja foi a única que teve a coragem e a constância para defender a verdade intelectual e a liberdade moral”.

Fonte: Dom Henrique Soares da Costa, bispo auxiliar de Aracaju.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Arquidiocese ordena novos diáconos transitórios.

A emoção tomou conta de centenas de pessoas que presenciaram a ordenação diaconal no último sábado, 05/03, na paróquia Nossa Senhora da Esperança.

Na cerimônia presidida pelo Cardeal Dom José Freire Falcão, Bispo Emérito de Brasília, foram ordenados diáconos: Cássio Selaimen Dalpiaz (Porto Alegre-RS), Eduardo Gavioli Porangaba (Guarulhos-SP), Giovanni Tomaz Lopes Costa (Sobradinho-DF), Fernando Alves de Sousa (Jundiaí-SP), Francesco Palombi (Roma-Itália) e Marcos Sabater (Murcia-Espanha).

Impulsionados pela necessidade sempre mais crescente em anunciar Jesus Cristo a todos os povos, é que estes homens disseram sim ao convite de Deus e estão cada vez mais perto de alcançarem seus sonhos de tornarem-se padres.

E a alegria é nítida como podemos perceber no depoimento de um dos novos diáconos. “Como disse o Santo Evangelho, hoje, convite é conflito. Mas, temos que ser rocha. Não pelos meus méritos, mas pelos da Igreja, méritos de Cristo por eu poder servir à Igreja. Estou muito feliz. Minha vida tem um sentido que é o de servir ao senhor. Já fui enviado para a Paróquia Imaculada Conceição, M Norte, onde realizarei trabalhos pastorais até dezembro data da ordenação presbiteral”, disse o diácono Cássio Dalpiaz.

O Diácono já iniciará seus serviços na quarta-feira de cinzas quando será apresentado para a comunidade.

A ordenações Presbiterais estão previstas para se realizarem no dia 03 de dezembro deste ano.



Por Gislene Ribeiro